Vendo a conferência do Ronaldo na webcam, perguntaram a ele pelo Zina (o papagaio que repetia "Ronaldo" incessantemente), e ele disse não saber, achava que ainda estava preso, e que o cara precisava "tratar sua doença".
Esse sujeito, o Zina, é um exemplo clássico, 2 em 1, de como as pessoas podem ser usadas e abusadas até o último fio de cabelo pelos meios de comunicação, e quando já não interessam mais, simplesmente caem no total ostracismo, são descartadas, como lixo. Zina serve como exemplo também, de como nossa legislação sobre drogas está totalmente falida e ultrapassada.
Alguns podem argumentar "mas ele foi preso por posse de arma, com numeração raspada", sim, ok, mas antes disso, ele foi preso por posse de drogas. Foi liberado, ao invés de passar por tratamento, e continuou na mídia. Ora, como previsto, foi preso novamente, e como reincidente, e com um crime mais grave, ficou preso, e como previsto novamente, sumiu dos holofotes. E a mídia perdeu uma ótima oportunidade de discutir sobre as drogas, e sobre sua legislação.
Sinceramente, tenho pena desse sujeito, tinha problemas mentais, foi elevado à celebridade instantânea e sucumbiu ao vício. Ao invés de passar por tratamento, tanto psiquiátrico, quanto químico, está preso, com estupradores, homicidas e afins.
domingo, 24 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
o cão, o gato e o ser humano
Estava eu a refletir sobre qual animal deveria criar e deverei continuar criando apenas a mim mesmo, o que já me dá muito trabalho.
Ora, as duas opções mais viáveis, o cão e o gato são seres humanos aprisionados em corpo de bicho, provavelmente pelo fato de terem sido domesticados por nós, acabaram captando muitas de nossas características.
Se por um lado o cão é inteligente, desenvolve sua agressividade ou polidez conforme seu meio, pelo outro lado, ele é extremamente carente e dependente do seu dono.
Já o felino, é muito mais independente e autônomo, no entanto, paira sobre ele aquela fama de egoísta e interesseiro.
Concluo assim, que o animal perfeito para mim seria esse:
Ora, as duas opções mais viáveis, o cão e o gato são seres humanos aprisionados em corpo de bicho, provavelmente pelo fato de terem sido domesticados por nós, acabaram captando muitas de nossas características.
Se por um lado o cão é inteligente, desenvolve sua agressividade ou polidez conforme seu meio, pelo outro lado, ele é extremamente carente e dependente do seu dono.
Já o felino, é muito mais independente e autônomo, no entanto, paira sobre ele aquela fama de egoísta e interesseiro.
Concluo assim, que o animal perfeito para mim seria esse:
domingo, 26 de setembro de 2010
Saramago e as privatizações
"Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos."
José Saramago - Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148
José Saramago - Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148
sábado, 18 de setembro de 2010
teoria para uma vida limpeza do sesé
Meu amigo sesé diz que pensar positivo, atrai bons fluídos.
Eu argumentei que para mim, eram probabilidades.
Mas disse a ele que iria experimentar.
Vamos ver se pensar positivamente supera a tensão que precede um erro.
Eu argumentei que para mim, eram probabilidades.
Mas disse a ele que iria experimentar.
Vamos ver se pensar positivamente supera a tensão que precede um erro.
domingo, 5 de setembro de 2010
O paradoxo das grandes cidades
A tal da cidade grande é algo curioso.
Cada vez mais, há menos sinais de natureza.
Árvores dão lugar ao concreto e ao aço.
Poucos animais. Silvestres? Nem pensar.
No entanto, seguindo um fluxo contrário desse suposto "progresso", o bicho homem vem mostrando sua faceta animalesca. Bicho este, selvagem e cada vez menos racional.
Desenvolvimento científico e tecnológico toma um rumo contrário do desenvolvimento das faculdades humanas. Lamentável.
Contradição, a gente vê por aqui.
Cada vez mais, há menos sinais de natureza.
Árvores dão lugar ao concreto e ao aço.
Poucos animais. Silvestres? Nem pensar.
No entanto, seguindo um fluxo contrário desse suposto "progresso", o bicho homem vem mostrando sua faceta animalesca. Bicho este, selvagem e cada vez menos racional.
Desenvolvimento científico e tecnológico toma um rumo contrário do desenvolvimento das faculdades humanas. Lamentável.
Contradição, a gente vê por aqui.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
amor e burocracia
Entendo que, o namoro, e mais ainda o casamento, nada mais é do que a burocratização do sentimento, que por vezes nem é amor, uma vez que as pessoas insistem em confundir-lo com uma mera paixonite aguda.
Pensei no termo "oficialização" ao invés de "burocratização", mas o sentimento é oficializado na medida em que passa a existir e é posto em prática. E que amor pobre seria esse, se precisasse de um mero status para ser legitimado.
Ao meu ver, quando a pessoa é livre para amar, ela encara o sentimento como uma "diversão", um "hobby", ela exercita o sentimento porque gosta. Quando namora ou casa, a pessoa passa a encarar o sentimento como um "trabalho", ela exercita seu sentimento porque vive envolto num relacionamento que cobra esse exercício. E convenhamos, fazer as coisas por diversão, é muito melhor do que por obrigação.
Pensei no termo "oficialização" ao invés de "burocratização", mas o sentimento é oficializado na medida em que passa a existir e é posto em prática. E que amor pobre seria esse, se precisasse de um mero status para ser legitimado.
Ao meu ver, quando a pessoa é livre para amar, ela encara o sentimento como uma "diversão", um "hobby", ela exercita o sentimento porque gosta. Quando namora ou casa, a pessoa passa a encarar o sentimento como um "trabalho", ela exercita seu sentimento porque vive envolto num relacionamento que cobra esse exercício. E convenhamos, fazer as coisas por diversão, é muito melhor do que por obrigação.
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